5 dias em Floripa – day 5

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Meu ultimo dia em Floripa. Milagrosamente amanheceu um dia maravilhoso! Queria aproveitar esse ultimo dia… então eu, minha amiga de Fortaleza, a Erika e o meu amigo alemão, o Daniel fomos para o Matadeiro.

Eu já tinha ido nessa praia quando eu vim no ano passado.

A praia do Matadeiro fica depois da Praia da Armação no sul da ilha. A Praia da armação é onde saem os barcos para a Ilha do Campeche.

Ilha do Campeche - Florianópolis

Ilha do Campeche - Florianópolis

Definitivamente a Ilha do Campeche foi o melhor passeio que fiz em Floripa. Mas é um passeio de dia inteiro e como o Daniel tinha aula de português não iria dar tempo. A Ilha é meio paradisíaca. Fui fora da temporada e tinha só umas 10 pessoas. A água é aquele azul caribenho e a areia bem branquinha… Na Ilha não tem nada de estrutura. Temos que levar o que queremos consumir. Um guia vai junto e faz uma trilha mostrando o outro lado da ilha e também tem inscrições rupestres. Muito legal!

Curiosidade: O nome da praia da Armação é porque antigamente quando era permitido a caça das baleias os pescadores faziam armadilhas na Armação e as matavam no Matadeiro.

Praia da Armação vista da praia do Matadeiro - Florianópolis

Praia da Armação vista da praia do Matadeiro - Florianópolis

praia do Matadeiro - Florianópolis

praia do Matadeiro - Florianópolis

E foi a praia do Matadeiro escolhida para passar o dia hoje. Não se chega de carro, de moto ou bicicleta. Para chegar nela tem que cruzar um rio. Se a maré estiver baixa se consegue cruzar a pé. Caso contrario tem uma ponte e uma trilha.

Rio que separa a praia da Armação e praia do Matadeiro - Florianópolis

Rio que separa a praia da Armação e praia do Matadeiro - Florianópolis

A Praia é de surfista, tem onda, mas é maravilhosa. A água estava gelada mas deliciosa.

Depois passei no hostel, fiz check out, arrumei as malas e fui com a Erika no restaurante mais famoso de Floripa, o Arantes que fica na praia do pântano do sul. Pedimos a sequencia de camarão.

O restaurante é famoso pelos clientes deixarem papeizinhos colados na parede e no teto que fazem parte da decoração. Tem uma lojinha/ café atrás e as histórias que ouvimos falar foram as melhores. O garçon que atendeu a gente, o Tuca tem uma história que foi pescar  quando tinha 15 anos e pegou um peixe com mais de 100 Kg, era um tubarão. Na hora pensamos: “história de pescador!” mas tinha até foto comprovando a história.

E por essas e por outras eu amei Florianópolis. Uma capital estadual com um ar de cidade de interior com pessoas muito receptivas, com praias paradisíacas e que deixa um gostinho de quero mais.

Depois de passar 3 horas almoçando com a Erika ela me deixou no aeroporto e voltei pra casa…

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5 dias em Floripa – day 4

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Acordei cedo pois não dormi bem, acho que estou começando a ficar gripada, com o nariz entupido. Tomei café e ajudei um alemão com o dever de casa das aulas de português. Ele estava tendo dificuldades em conjugar alguns verbos..

Hoje o tempo virou totalmente. Ficou nublado e chuvoso. Não muito bom para se pegar praia. Pensei que num dia assim o melhor é ir para o centro da cidade.

Lagoa da Conceição e Morro das Sete Curvas em Floripa

No caminho entre o Centro e a Lagoa da Conceição passa por um morro conhecido por Morro das Sete Curvas que tem uma vista de tirar o fôlego. Quando vim no ano passado, e comecei a descer o morro e apareceu aquela vista da lagoa, das dunas e do mar eu comecei a chorar. Literalmente.

Vista do Morro das Sete Curvas - Florianópolis

Vista do Morro das Sete Curvas - Florianópolis

Essa reação de chorar ao chegar num lugar só me aconteceu quando eu fui para Sidney e quando eu vi a Opera House do lado da ponte de Sydney. Muito emocionante… São as duas cidades que desejei voltar: Sydney e Floripa. Estou aqui de volta novamente e parei no mirante para tirar uma fotinha apesar do tempo não ter colaborado nenhum pouquinho.

Passeio pelo Centro de Floripa

No centro fui no tal do mercado e me aconselharam conhecer o tal do Box 32, comer o pastel de camarão. E realmente… é muito bom. Vale a pena!

Box 32 no Mercado - o mais famoso pastel de camarão de Florianópolis

Box 32 no Mercado - o mais famoso pastel de camarão de Florianópolis

Andei um pouco no centro e fui na praça 15 de Novembro que tem uma famosa figueira com várias lendas sobre a árvore. Uma delas é dar várias voltas para o seu desejo se realizar.

Figueira na Praça 15 de Novembro - Florianópolis

Figueira na Praça 15 de Novembro - Florianópolis

Fiquei um tempão rodando em torno da figueira quando chega um grupo de turistas com uma guia falando que para o desejo se realizar a volta precisa ser realizada em sentido horário. Tive que começar tudo de novo e dessa vez a andar no sentido certo.

A maior plantação de ostras do mundo!

Saí do centro e fui no Ribeirão da Ilha onde é famoso por ter a maior “plantação” de ostras do mundo.

Ostras... Ostradamus Florianópolis

Ostras... Ostradamus Florianópolis

Sempre tive medo de comer ostra pois todo mundo que eu conheço já passou mal comento ostras… Mas estava no restaurante onde as ostras saiam há menos de 200 metros, fresquinhas e não tinha como não experimentar. Eles vendem ostras de tudo quando é jeito, em natura, gratinada, aleo e óleo, ao bafo, etc, etc, etc.

Ostra alho e óleo - Ostradamus Florianópolis

Ostra alho e óleo - Ostradamus Florianópolis

Normalmente vem meia ou uma dúzia. Perguntei se podia pedir 4 ostras de 3 tipos diferentes e foi isso que eu fiz. Amei! Maravilhoso! Entra para a lista dos lugares que tem que ir em Florianópolis.

Ostras gratinada - Ostradamus Florianópolis

Ostras gratinada - Ostradamus Florianópolis

Não é barato… mas vale a pena. Fui no restarante mais conhecido que ganhou um monte de prêmios na Veja de Santa Catarina: Ostradamus.

Restaurante Ostradamus - Florianópolis

Restaurante Ostradamus - Florianópolis

Voltei para o hostel exausta. Queria ficar quietinha e dormir até o dia seguinte. Tomei banho, dei uma cochilada e o pessoal do hostel me arrastou para a balada do dia – John Bull. O Manão, o barman do hostel, preparou uma bebida que curaria a minha gripe com cachaça, mel, alho, gengibre e tenho medo de saber o que mais tinha naquela bebida. Nem parece que sou medica mas tomei o negócio e me senti bem por algumas horas. Mas voltei cedo, precisava de uma boa noite de sono…

link para o quinto dia

5 dias em Floripa – day 3

(Ir para: dia 1 / dia 2 em Floripa)

Acordei numa mega ressaca. Não queria sair da cama mas tinha que aproveitar o dia. Decidi que estava na hora de alugar um carro. Essa é a melhor dica para visitar Florianópolis. Não dá para ficar aqui sem carro.

Se vc quiser mesmo conhecer a ilha precisa de ter um carro. Se eu soubesse andar de moto eu até alugaria uma moto. Aprender andar de moto é um dos objetivos que tenho pra esse ano. Enquanto não aprendo…  aluguei um carro logo na manhã.

Tour das praias em Floripa: Santinho e Praia Brava

Não conhecia o norte da ilha e fui em direção ao norte. Primeiro lugar que parei foi no Santinho. Muito bonita e a praia estava vazia. Acho que poderia até fazer topless que ninguém se incomodaria de tão deserta que estava a praia.

Praia do Santinho em Florianópolis

Praia do Santinho em Florianópolis

No final da praia fica o famoso resort Costão do Santinho. E tem uma curta trilha bem estruturada que te leva até os famosos parques arqueológicos com as inscrições rupestre datado de 5.000 anos. Essas inscrições são incisões gravadas em rochas formando desenhos figurativos ou abstratos. O nome da praia Santinho é derivado de uma inscrição que era conhecido pelos pescadores como “santo” e essa rocha foi retirada do sítio original e encontra-se desaparecida. Alem de vc conhecer as inscrições rupestres a vista é muito bonita.

Pintura rupestre no Santinho em Florianópolis

Pintura rupestre no Santinho em Florianópolis

Já que estava no norte da Ilha parti para a praia Brava. Só dei uma passadinha na praia e tirei umas fotos. Estava tarde e queria conhecer outras praias antes que anoitecesse. Não cheguei nenhuma conclusão se a praia era boa ou não. Eu diria que esquisita. Tem muitos prédios residenciais na praia mas pouca estrutura de restaurantes, bares ou lojinhas. Pode ser que fiquei com essa impressão por ter ido num final de tarde de uma quarta-feira.

Praia Brava em Florianópolis

Praia Brava em Florianópolis

Tentei ir na praia da Lagoinha (do norte) mas passei a entrada da praia e como já estava escurecendo achei melhor deixar para ir no outro dia conhecer a lagoinha, Jurere e Jurere internacional.

Dia de comida brasileira no Tucano Hostel

Voltei para o hostel. Era dia de comida brasileira. Tinha uma moqueca de cação, uma farofa com camarão, arroz com leite de coco e de sobremesa pudim de leite. Delicioso!!!

Depois da ressaca de hoje achei melhor ficar sossegada no hostel, não beber e dormir cedo para aproveitar o dia seguinte. De fato eu fiquei no hostel mas juntou uma galera que ficou conversando até umas 3 da manhã e bebendo cachaça.

Moqueca de cação do Juca na noite da comida brasileira - Tucano House Floripa

Moqueca de cação do Juca na noite da comida brasileira - Tucano House Floripa

Clique aqui para ir para o quarto dia

5 dias em Floripa – day 2

(Clique aqui e saiba como foi o primeiro dia em Floripa)

Hoje eu encontrei com um amigo que mora em floripa e fui na Praia Mole. O dia estava maravilhoso. A Praia Mole é uma praia com onda e água gelada mas deliciosa.

Tem uns bares e restaurantes na beira da praia. Parece que na alta estação a praia fica lotada…  Fiquei só tostando na areia e dei uma caminhada até o final da praia.

O final da praia ficou conhecido como um point gay. Depois da praia mole tem a praia da Galheta que o único meio de chegar por ela é a pé através da praia mole. A Galheta é uma praia de nudismo. Fiquei acanhada de ir até lá. Vai ficar para a próxima…

O meu amigo foi trabalhar e fui almoçar no Café Colonial. Maravilhoso! Pedi um Salmão grelhado com risoto de espinafre. O ambiente é bem agradável, o cardápio é variado. Tinha uns doces expostos que fiquei com muita vontade de voltar para comer a sobremesa.

Salmão do Café Colonial em Florianópolis

Salmão do Café Colonial em Florianópolis

A tarde eu tinha planejado de ir para a Costa da Lagoa. Quando eu vim aqui no ano passado fui até a costa da Lagoa a pé – fica uns 5 Km e uma hora e meia de caminhada. Lembro que não levei água pois pensei que a trilha fosse leve. É um pouco puxadinha. Quase morri de sede. No caminho dei de cara com uma cobra coral.

entrada trilha costa da lagoa - florianópolis

entrada da trilha para a Costa da Lagoa

Por muito pouco eu não pisei em cima dela. Foi por isso que me dei conta que talvez fazer uma trilha aqui em Florianópolis sozinha não seja muito uma boa idéia.  Para chegar na costa da Lagoa existem duas formas: ou vc faz a trilha ou vc pega um barco. Como eu não queria repetir a minha experiência nada prazerosa, achei melhor pegar o barco. O inconveniente é que sai apenas de hora em hora e acabei perdendo o barco.

cachoeira costa da lagoa - florianópolis

Cachoeira da Costa da Lagoa - Florianópolis

vista do restaurante da Costa da Lagoa - Florianópolis

vista do restaurante da Costa da Lagoa - Florianópolis

Acabei voltando para o Tucano Hostel e fiquei na piscina tomando caipirinha do Manão. Tinha combinado de sair a noite com esse meu amigo de floripa. Estava na expectativa dele me levar num restaurante super tradicional, comida típica ou coisa do tipo. No final levei um fora e acabei jantando no hostel que era dia de Australian Burguer. O Juca que fez tudo inclusive a carne. Só não fez o pão. O problema que a comida aqui é tão boa e tão barata que realmente não compensa comer em outro lugar.

 

Repousando no albergue tomando caipirinha - Tucano House Florianópolis

Repousando no albergue tomando caipirinha - Tucano House Florianópolis

 

Eu não sou uma pessoa muito baladeira. Gosto de uma boa comida, uma boa bebida mas não gosto de sair para chegar de madrugada, ficar cansada no outro dia. Não gosto de muvuca, lugar quente e fechado. Mas hoje era dia de forró e esse é o meu ponto fraco. Eu adoro dançar forró. Quase não existe lugar que tenha forró e não seria hoje que perderia essa oportunidade.

Fui para o forró, na Joaquina. Dancei até não agüentar mais, cheguei 4 da manhã no hostel cruzando as pernas. Amo Floripa!

Quer saber o que aconteceu no terceiro dia? Clique aqui

5 dias em Floripa – day 1

Esse é o post de estréia da Joana, nossa nova viajante convidada. Ela é aquela viajante que aproveita qualquer folguinha entre os longos plantões no hospital para explorar o mundo, de preferência sem planos e reservas. Nesse post ela compartilha com a gente o diário da viagem mais recente dela a Florianópolis:

Quando percebi que teria 5 dias corridos de folga não hesitei em comprar uma passagem para viajar para algum lugar assim que surgisse uma promoção. Nos últimos 4 dias eu trabalhei 54 horas e agora só vou trabalhar de novo daqui a 5 dias, no sábado.

O lugar escolhido foi Florianópolis. Tinha vindo aqui no ano passado e me apaixonei pelo lugar. Consegui conhecer apenas a parte sul da ilha. Talvez fiz isso de propósito com o pretexto de precisar de voltar. Não sou o tipo de pessoa que gosta de viajar para os mesmos lugares ou ir nos mesmos restaurantes.  Gosto de experimentar sensações novas, passar por lugares onde nunca fui.

Mas gostei tanto de Florianópolis que resolvi voltar. Sai hoje de manhã depois de trabalhar 24 horas, peguei um transito infernal para chegar em casa, tomei banho, fiz minha mala correndo e fui para o aeroporto.

Eu não costumo programar muito as minhas viagens. Odeio viajar em alta temporada por isso não faço reserva pois sou adepta a mudar de plano de ultima hora e muitas vezes quando vc faz uma reserva isso engessa a sua viagem e afinal de contas qual o propósito de viajar senão sair da rotina, descansar, relaxar e deixar a vida te levar. E se eu encontrar meu príncipe encantado no vôo e ele me convidar para passar a semana na casa dele há 100 Km da cidade? O que vou fazer com todas as reservas de hospedagem, aluguel de carros e etc?

Chegando em Florianópolis

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floripa vista do avião

Cheguei no aeroporto e dei uma pesquisada no aluguel de carro – muito caro. Paguei R$83,00 pela tarifa do vôo de SP para Florianópolis. Como poderia o valor da diária de um aluguel de carro ser R$85,00 (a mais barata da agencia mais barata)?

Resolvi pegar um taxi: R$50,00. Baixou o espírito da mão de vaca e resolvi pegar um ônibus. Tentei me convencer de que o que estava em jogo não seria a economia que faria em pegar um ônibus mas sim o fato de me aventurar conhecendo a cidade de um outro ângulo, das pessoas locais na sua vida cotidiana.

Isso me lembrou um pouco de quando eu era criança. Eu tinha uma babá que sempre me levava para cima e pra baixo de ônibus e eu adorava! Para mim era um passeio. Minha mãe me conta que no final de semana meu pai me levava para “passear” de ônibus. Tipo fazer um tour pela cidade em que morávamos. Isso que é espírito de pobreza!!! Eu adorava andar de ônibus e de certa forma ainda gosto.

O passeio de ônibus em floripa tinha tudo pra dar tudo certo se não fosse pelo calor que estava em torno de 13h e se não fosse o tanto de mala que eu estava carregando e ainda se não fosse pelo ponto que eu desci errado e ainda estar com uma sandália de salto que deixou duas bolhas em cada pé e agora até havaianas está machucando o meu pé.

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resultado do passeio de ônibus chegando em Floripa

Hospedagem em Floriapa

Fui para um albergue que tinha ficado da outra vez: Tucano House. Um dos melhores albergues que eu já fiquei. É claro que não fiz reserva mas tinha vaga e dei a sorte de ficar num quarto vazio…

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Hostel Tucano House em Florianópolis

O albergue fica da Lagoa da Conceição. A Lagoa é onde concentra uns bares, restaurantes e lojinhas. Tem um clima agradável, um ambiente gostoso. É um lugar bem turístico, cheio de pousadinhas. Um amigo que morou em Floripa me aconselhou ficar na Lagoa e sem duvida ele acertou nessa dica.

Onde comer em Floripa

Larguei minhas malas no albergue e fui procurar algum lugar para almoçar. Fui no Aloha café um café que tem uns sanduíches, saladas, grelhados e uma carta de café. O ambiente é nota 10. Comi uma saladinha ceasar, bem gostosinha.

Depois fiquei no albergue de boa. Aqui tem um jantar todas as noites com um cardápio varia todos os dias. Hoje foi comida italiana, tinha um risoto de camarão muito gostoso. O chef Juca está de parabéns!

Estou de pós plantão, cansada de carregar mala e vou aproveitar que estou sozinha no quarto para conseguir uma boa noite bem dormida.

Está curioso(a) para saber o desenrolar da história? Clique aqui para ver o segundo dia em Floripa

 

Quando no Rio… Verde! (Rio Verde – MS)

Como testemunhado por Deejay Nige (gringo australiano) – originalmente escrito em inglês (link to read about Rio Verde-MS in English)

Cerca de 200km ao norte de Campo Grande, esta cidade de aproximadamente 15-20 mil pessoas é um exemplo das muitas jóias secretas do Brasil. Definitivamente vale uma parada se você estiver na área.

A atração principal é a Cachoeira Sete Quedas, belas cascatas, corredeiras e quedas do Rio Verde entre mata nativa exuberante. Você pode sentar-se ou brincar sob as quedas, andar através das cascatas e nadar nas piscinas do rio na parte superior e inferior. A Cachoeira é acessado através de um Balneario privado, que também oferece inúmeras outras instalações, incluindo acomodação em chalé e refeições e entretenimento na alta temporada, permitindo aos visitantes tirar todo o proveito de uma estada de fim de semana. Há também outras Cachoeiras e Balneários nos arredores, se você estiver com tempo.

sete quedas rio verde - ms

sete quedas rio verde - ms

sete quedas rio verde - ms

sete quedas rio verde - ms

Segundo os moradores, a segunda melhor atividade em Rio Verde é tomar sorvete! É verdade, não há realmente muito mais o que fazer, além de desfrutar da atmosfera de cidade pequena, mas há alguns lugares bons para comer.

licores pós almoço na Churrascaria Garça Branca em Rio Verde - MS

licores pós almoço na Churrascaria Garça Branca em Rio Verde - MS

O trailler de lanches “Leite” na frente da Escola Thomaz Barbosa Rangel oferece um ótimo sanduíche de filé e não perca o almoço buffet perto da estrada – Churrascaria Garça Branca (BR163, KM680, N71 – Jd Santo Antonio), onde você pode encontrar as celebridades locais!

minha foto com a garça da praça em Rio Verde - MS

minha foto com a garça da praça em Rio Verde - MS

Há também alguns botecos, como o Chamine Batom (onde australianos dançam o shuffle para delírio da população local – confira a coreografia no vídeo abaixo), em torno praça do centro da cidade e quando você estiver lá, lembre-se de tirar uma foto com o cisne branco grande no telhado da biblioteca no meio da praça.

Resumo: Uma cidade pacata para uma mudança de ritmo e relaxamento nas cascatas.
Destaque: Cascatas e quedas – Cachoeira Sete Quedas (fácil de encontrar)
Onde ficar: Pousada Capão Bonito – amigável, simples, bom preço (cerca de R $ 45 por pessoa)
Dica: Ter um carro torna a visita muito mais prática – os lugares são espalhados e é bem quente lá!

relaxando e interagindo com os locais em Rio Verde - MS

relaxando e interagindo com os locais em Rio Verde - MS

 

 

When in Rio… Verde! (Rio Verde – MS)

As witnessed by Deejay Nige (Aussie Gringo in charge) – originally written in English (link para ler sobre Rio Verde -MS em português)

About 200k north of Campo Grande, this town of about 15-20 thousand people is a great example of Brasil’s many little hidden gems.  It is definitely worth a  stopover if you’re in the area, and whilst you wouldn’t travel from interstate (or overseas!) to visit, ask local people to find out about the hidden gems in the area where you are.

The main attraction is Cachoeira Sete Quedas (Seven Falls Cascades), beautiful cascades, rapids and waterfalls on Rio Verde (Green River) sent amongst luscious bushland.

You can sit or play under the falls, wade through the cascades and swim in the river pools at the top and bottom.  The Cachoeira is accessed via a private Balneario (bathing area) which also offers offers numerous other simple resort-style facilities, including cabin accommodation and meals and entertainment in the high season, enabling visitors to make the most of a weekend stay.  There are also other Cachoeiras and Balnearios in the surrounding area if you have more time.

Rio Verde - MS - Seven Falls Cascades (Cachoeira Sete Quedas)

Rio Verde -MS - Seven Falls Cascades (Cachoeira Sete Quedas)

According to the locals, the next best activity in Rio Verde is eating icecream!  It’s true, there really isn’t that much else to do, other than enjoy the small town atmosphere, but there are a few good places to eat.

vastomundo rio verde posto

some home made liqueur ate Churrascaria Garça Branca - Rio Verde - MS

The roadside trailer “Leite” in front of Thomaz Barbosa Rangel School does a great steak sandwhich (sanduíche de filé)  and don’t miss the buffet lunch at the roadhouse up on the highway – Churrascaria Garça Branca (BR163, KM680, n71 – Jd Santo Antonio), where you’ll probably cross paths with all the local personalities!

My picture with Rio Verde´s Central Swan

There are also a few botecos, like Chamine Batom (where ozzies use to do the shuffle and make local people go wild – learn the steps at the video below) , around the central town plaza and while you’re there, get a photo with the big white swan on the roof of the library in the middle of the plaza.

Summary: A quiet little town for a change of pace and relaxation at the cascades.
Highlight: Cascades & falls – Cachoeira Sete Quedas (easy to find)
Accommodation: Pousada Capão Bonito -  friendly, simple, good value (roughly R$ 45 per person)
Tip:  Having a car makes the visit much more practical – things are spaced out and it’s hot there!!

 

chilling out in Rio Verde, mixing with the locals

Como tirar o visto para Austrália

13 abr
13 de abril de 2012
Melbourne - Great Ocean Road

Melbourne - Great Ocean Road

O Departamento de Imigração e Cidadania Australiano anunciou que a solicitação do visto turítico pode ser feita eletronicamente e aprovada em até 48 horas, e não mais no tempo mínimo de 10 dias. Desde o dia 15 de fevereiro de 2012 a boa nova vigora, e a burocracia que exigia o envio de uma vasta documentação para embaixada em Brasília, juntamente com um cheque da taxa consular, cerca de R$200, são coisas do passado!

Sydney

Sydney

Agora para passar até 3 meses neste país incrível, basta preencher o formulário e676, disponível na página http://www.immi.gov.au/e_visa/e676.htp, e pagar o valor com cartão de crédito internacional. A grande dificuldade que resta, são as 25 horas de viagem, mas nada que vale a pena vem fácil!

aussie aussie aussie oi oi oi!

Referência:

Viagem e turismo, Ed. Abril, ano 18, n. 3, março 2012.

Como fazer Ovos Ucranianos

08 abr
8 de abril de 2012

A arte de colorir ovos na época em que o sol retorna, eliminando a neve que cobre a negra e rica terra da Ucrânia, tornou-se uma tradição. Indicios desta arte datam mais de 3.000 anos antes de Cristo, descobertos atraves de escavações arqueológicas. Naquela época, a confecção da pêssanka, o ovo ucraniano era feita com ferramentas muito rústicas. A explicação para o interesse do ser humano antigo pelo ovo, está no fato de possuir dentro de  uma forma simples e rude, a vida.

Feliz Páscoa!!

Referência:

http://www.pessanka.com.br/pessanka.html, em 08-04-2012.

O que beber na Suécia (parte I)

05 abr
5 de abril de 2012

Hej!

Essa semana é meio parada… todo mundo esperando o feriado, se preparando para Páscoa. Nada muito novo do último post. Então pra aproveitar o ritmo da semana (lento) decidi fazer uma série de posts sobre bebidas típicas (ou nem tanto) da Suécia. E neste primeiro post, em respeito a semana santa, vou falar de uma bebida típica e não alcoólica (sim! Na Suécia também tem bebida sem álcool!)

Se você vier para a Suécia nesta época de Páscoa (março a abril) provavelmente irá encontrar em vários lugares uma bebida chamada Påskmust. Alguns suecos ousam dizer que é melhor que Coca-Cola! (!)

O Påskmust é a versão páscoa do Julmust (Jul = Natal, Påsk= Páscoa). Trata-se de um refrigerante doce com cor de Coca-Cola (avermelhada). Sua fórmula contém, além de água carbonatada, açúcar de beterraba (açúcar usado na Suécia), especiarias,  lúpulo e malte, corante caramelo e ingrediente secreto! Sim, tal qual a Coca-Cola.

A bebida foi inventada pelo químico sueco (patriotismo!), Harry Roberts, em 1910. Ele queria criar uma alternativa para as tradicionais bebidas alcóolicas de Natal. Dizem que todos se apaixonaram pela bebida desde a criação! Os suecos gostaram de uma bebida não-alcoólica!

A Julmust é considerada a bebida favorita do Natal e ultrapassa em muito as vendas da Coca-Cola nesse período
(Já imaginou um Natal sem Coca-Cola na mesa? Vem pra Suécia!).

E agora tem também a versão Páscoa! No resto do ano é mais difícil de encontrar e a bebida passa a se chamar must. Importante dizer que “a versão Páscoa” só muda o rótulo. O conteúdo é exatamente o mesmo!

Várias produtores suecos produzem a Julmust, mas a Apotekarnes – que pertence à cervejaria dinamarquesa Carlsberg – detém a maior parte do mercado. proximadamente 40 milhões de litros de Julmust são vendidos na Suécia em novembro e dezembro, ou cerca de 4 litros para cada um dos 9 milhões de habitantes do país, de acordo com a Apotekarnes.

É tão similar a Coca-Cola no conceito sueco que até o experimento com Mentos + Påskmust eles fizeram!

Hej då!
God Påsk!